Na minha opinião, uma das melhores comedias romanticas de sempre! :)
*
lindos(as) este blog é apenas uma forma de nós (adolescentes, futuros Homens e Mulheres de amanhã) expressarmos tudo o que nos vai na alma , tudo quanto é próprio desta idade de amores e desamores,boa vida e preocupações, atinos e desatinos, escolhas faceis e outras que nos ultrapassam.
Vamos gozar a vida Dolls, saber vivê-la! :)
Um beijinho enorme*
Vamos gozar a vida Dolls, saber vivê-la! :)
Um beijinho enorme*
domingo, 22 de agosto de 2010
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
"Não há nada melhor do que começar uma relação. O novo é irresistível. Descobrem-se coincidências que vão desde o mesmo nome dado ao irmão imaginário ate a mesma colecção de cromos. É a primeira vez outra vez em tudo. Descobrimos o outro em nós e nós no outro. Descobrimos que afinal gostamos de futebol, ou de tartarugas, desde que sejam as mesmas coisas de que o outro gosta. Ficamos mais vivos, mais atentos, mais interessantes. No inicio de todos os inicios sentimo-nos tao estupidamente felizes que seriamos capazes de morrer a seguir, porque achamos que atingimos o ponto máximo possível de felicidade. O amor é alimentado pela imaginação. Sentimo-nos mais altos, mais fortes e mais belos, mais inteligentes. E, consoante a idade e o que nos convem, mais velhos, ou então, muito mais novos. O pior vem a seguir. Como dizia o Picasso: Bom mesmo é o inico, porque a seguir começa logo o fim. Esta frase é boa não é?"
Margarida Rebelo Pinto, no livro "I´m in love with a Popstar". Porque me identifico muito com a sua escrita.
Margarida Rebelo Pinto, no livro "I´m in love with a Popstar". Porque me identifico muito com a sua escrita.
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Ficção III
"Ainda hoje sinto a sua falta, talvez hoje mais do que nunca, agora que poderíamos estar a viver todas estas aventuras juntas, poderíamos passear por Amesterdão, desfrutar a beleza imensa desta cidade maravilhosa e, acima de tudo, poderia contar-lhe, a ela minha eterna confidente, o quão apaixonada me estava a sentir, o quão deslumbrada por todo este sentimento eu estava, poderia dizer-lhe que Eduard era o homem mais bonito que algum dia havia visto e que o nosso único contacto físico, aquele beijo, quase me levou ao céu, se é que ele existe. Quando lá cheguei, guiada por aquele beijo, quase te toquei Matilde, quase te pude sentir. Sabes, isto as vezes acontece, estou na rua, num jardim, em qualquer lugar que seja, e por momentos sinto que quase nos tocamos, que estamos no mesmo lugar exactamente à mesma hora. Chamem-lhe espiritualidade, o que quiserem. Mas não chega, não chega apenas um vestígio de ti e agora que isso me vem à ideia, nunca me chegaria também apenas um vestígio de Eduard. E a verdade é que me contentei não com uma ausência por “causas maiores” mas sim com uma ausência provocada por nós mesmos. Aceitei vir embora, deixar a cidade, deixa-lo a ele no auge do nosso amor. Não queria deixar tudo aquilo mas a obrigação falou mais alto, fui cobarde e agora lido diariamente com as consequências, uma saudade imensa que só melhora quando me lembro novamente dos momentos vividos com ele. Aceitei deixar aquele amor, por outro a que estava prometida. E a verdade é que vou sendo feliz, vou sendo, entendem? Aproveito para vos dizer que ninguém nunca se deverá contentar com uma felicidade que nos obrigam a construir, a nossa felicidade é o nosso caminho, aquele que “até um dia” iremos percorrer e que só será percorrido por nós, portanto, cabe-nos a nós mesmos delineá-la gozando de livre arbítrio. Com o tempo fui aprendendo que era isto que deveria ter feito. A Matilde conheceu o Henrique, nunca conheceu o Eduard, penso então que era assim que ela gostaria que fosse e vou compensando dia após dia com este pensamento. "
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
domingo, 15 de agosto de 2010
Ficção II
"Estou no Hotel e nem sei por onde começar a minha viagem pela cidade, sei que tenho trabalho por fazer que foi o que no fundo me trouxe aqui, mas deixo o trabalho para mais tarde e começo a pensar num roteiro de momentos para relembrar.
O Hotel é o mesmo onde eu havia ficado anos atrás e as recordações começam a suceder-se, um beijo, um aperto de mãos, um abraço, uma tarde de estudo.
Decidi esquecer tudo por uns instantes e focar-me no trabalho, tinha vários museus para visitar e varias negociações a fazer, precisava da minha cabeça completamente “livre”. A tarde passou-se em museus, ou devo dizer o resto da tarde pois a sua primeira parte havia sido passada em cima duma cama de hotel a tentar abstrair-me de tudo e mais alguma coisa. Já de noite optei por ficar em casa, liguei para o Henrique e disse-lhe que estava tudo bem, mas na verdade não estava, sentia-me tão triste, tão absorvida por todo este ambiente que outrora foi maravilhoso e que agora é triste e melancólico.
Já era dia, eu estava deitada no sofá do quarto de hotel, acho que adormecera ali mas não consigo lembrar-me ao certo. Decidi levantar-me e ir tomar o pequeno-almoço. O trabalho era demasiado para ficar ali deitada no sofá à espera que as coisas se realizassem por si! Fui então à procura dos melhores quadros dos museus fantásticos de Amesterdão. Como eu adorava aquela cidade… acho que na verdade nunca me tinha esquecido da sensação apaziguadora que aquele local me transmitia. Passei um dia cansativo, porém deveras satisfatório. Todavia, ainda não havia encontrado o que desejava: a arte que deslumbrara era bela, mas não me tinha convencido o suficiente. Ao longo dos últimos anos, apercebera-me do quanto eu era difícil de conquistar, do quanto era perfeccionista tanto em relação a mim como aos outros. Com a arte também se passava o mesmo, não é que as coisas não fossem suficientemente boas, mas eu queria sempre o melhor, sempre o melhor. O meu maior problema foi comparar a arte à vida e à auto-realização e por isso é que ainda hoje não sinto que seja plenamente feliz.
Estava a anoitecer e, desta forma, decidi voltar ao Hotel. O Hotel ficava a cerca de 5 minutos de onde eu me encontrava, porém a minha vontade era fazer outra trajectória, uma a que estava bem habituada nos tempos de faculdade. E assim o fiz...
O meu objectivo era passar pela Faculdade de Artes o que, tendo em conta a localização do Hotel, iria custar-me uns largos 15 minutos de caminhada a pé.
Porventura essa caminhada poderia libertar-me de algumas tristezas e contemplar-me com algumas boas memórias que aquele lugar fazia recordar. Quando avistei mais de perto a Faculdade, senti uma leve brisa ainda quente, frequente naquelas noites de Verão. E, contrariando o que tinha descrito neste dia um pouco mais cedo, considerei-me realizada. Senti-me assim porque, ao contrário de muitas pessoas, havia vivido um grande amor e sabia que tinha concentrado naquele fragmento da minha vida que se substanciou em 5 anos os melhores momentos da mesma.
Agora que estava novamente naquela que considerava a minha casa, no lugar a que eu efectivamente pertencia, bastavam uns pequenos passos para chegar até ele. Os passos mais longos e complexos estavam dados, leitores, eu sabia-o."
Excerto do texto produzido em conjunto com blog das Letras, ao qual chamamos "Pequenos passos até ti"
O Hotel é o mesmo onde eu havia ficado anos atrás e as recordações começam a suceder-se, um beijo, um aperto de mãos, um abraço, uma tarde de estudo.
Decidi esquecer tudo por uns instantes e focar-me no trabalho, tinha vários museus para visitar e varias negociações a fazer, precisava da minha cabeça completamente “livre”. A tarde passou-se em museus, ou devo dizer o resto da tarde pois a sua primeira parte havia sido passada em cima duma cama de hotel a tentar abstrair-me de tudo e mais alguma coisa. Já de noite optei por ficar em casa, liguei para o Henrique e disse-lhe que estava tudo bem, mas na verdade não estava, sentia-me tão triste, tão absorvida por todo este ambiente que outrora foi maravilhoso e que agora é triste e melancólico.
Já era dia, eu estava deitada no sofá do quarto de hotel, acho que adormecera ali mas não consigo lembrar-me ao certo. Decidi levantar-me e ir tomar o pequeno-almoço. O trabalho era demasiado para ficar ali deitada no sofá à espera que as coisas se realizassem por si! Fui então à procura dos melhores quadros dos museus fantásticos de Amesterdão. Como eu adorava aquela cidade… acho que na verdade nunca me tinha esquecido da sensação apaziguadora que aquele local me transmitia. Passei um dia cansativo, porém deveras satisfatório. Todavia, ainda não havia encontrado o que desejava: a arte que deslumbrara era bela, mas não me tinha convencido o suficiente. Ao longo dos últimos anos, apercebera-me do quanto eu era difícil de conquistar, do quanto era perfeccionista tanto em relação a mim como aos outros. Com a arte também se passava o mesmo, não é que as coisas não fossem suficientemente boas, mas eu queria sempre o melhor, sempre o melhor. O meu maior problema foi comparar a arte à vida e à auto-realização e por isso é que ainda hoje não sinto que seja plenamente feliz.
Estava a anoitecer e, desta forma, decidi voltar ao Hotel. O Hotel ficava a cerca de 5 minutos de onde eu me encontrava, porém a minha vontade era fazer outra trajectória, uma a que estava bem habituada nos tempos de faculdade. E assim o fiz...
O meu objectivo era passar pela Faculdade de Artes o que, tendo em conta a localização do Hotel, iria custar-me uns largos 15 minutos de caminhada a pé.
Porventura essa caminhada poderia libertar-me de algumas tristezas e contemplar-me com algumas boas memórias que aquele lugar fazia recordar. Quando avistei mais de perto a Faculdade, senti uma leve brisa ainda quente, frequente naquelas noites de Verão. E, contrariando o que tinha descrito neste dia um pouco mais cedo, considerei-me realizada. Senti-me assim porque, ao contrário de muitas pessoas, havia vivido um grande amor e sabia que tinha concentrado naquele fragmento da minha vida que se substanciou em 5 anos os melhores momentos da mesma.
Agora que estava novamente naquela que considerava a minha casa, no lugar a que eu efectivamente pertencia, bastavam uns pequenos passos para chegar até ele. Os passos mais longos e complexos estavam dados, leitores, eu sabia-o."
Excerto do texto produzido em conjunto com blog das Letras, ao qual chamamos "Pequenos passos até ti"
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
eu amo voce
Sinto falta do teu carinho
Sinto falta de olhar para ti
Sinto falta das tuas palhaçadas que nao lembram a ninguém
Sinto falta de falar contigo
Sinto falta de sair contigo
Sinto falta do teu olhar
Sinto falta da maneira perfeita como me olhas
Sinto falta dos teus stresses
Sinto falta que entres as 2h e saias as 5h
Sinto falta do teu riso, do teu sorriso
Sinto falta que me obrigues a fazer exercicio
Sinto falta do teu amor
Sinto falta de nanar contigo
Sinto falta de acordar as 3h da manha contigo a meu lado
Sinto falta dos cinemas semanais
Sinto falta do teu apoio
Sinto falta do teu jeito simpático de me travares nas compras
Sinto falta dos gelados
Sinto falta do teu cheiro
Sinto falta de chamar por ti quando estas mesmo ao meu lado
Sinto falta do babysitiing
Sinto falta da cera quente e dos gritos em silêncio
sinto falta das tuas covinhas quando ris
Sinto falta das tuas massagens orientas
Sinto falta dos alter egos
Sinto falta dos beijinhos e abraços consatantes
Sinto falta, essencialmente a tua falta
Volta! 14dias sem ti, faltam dois
Sinto falta de olhar para ti
Sinto falta das tuas palhaçadas que nao lembram a ninguém
Sinto falta de falar contigo
Sinto falta de sair contigo
Sinto falta do teu olhar
Sinto falta da maneira perfeita como me olhas
Sinto falta dos teus stresses
Sinto falta que entres as 2h e saias as 5h
Sinto falta do teu riso, do teu sorriso
Sinto falta que me obrigues a fazer exercicio
Sinto falta do teu amor
Sinto falta de nanar contigo
Sinto falta de acordar as 3h da manha contigo a meu lado
Sinto falta dos cinemas semanais
Sinto falta do teu apoio
Sinto falta do teu jeito simpático de me travares nas compras
Sinto falta dos gelados
Sinto falta do teu cheiro
Sinto falta de chamar por ti quando estas mesmo ao meu lado
Sinto falta do babysitiing
Sinto falta da cera quente e dos gritos em silêncio
sinto falta das tuas covinhas quando ris
Sinto falta das tuas massagens orientas
Sinto falta dos alter egos
Sinto falta dos beijinhos e abraços consatantes
Sinto falta, essencialmente a tua falta
Volta! 14dias sem ti, faltam dois
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Ficção
"A verdade é que chegamos, de facto, a ir para casa dele para apreciar o resto daquela noite sozinhos, mas engana-se quem pensa que algo de mais aconteceu, não fomos “mais longe” na nossa história, a realidade é que para espanto de muitos, acredito, isso nunca chegou a acontecer entre nós, a nossa história ficou-se pela fantasia, pela inocência utópica de um dia ir mais além. Creio que foi isto que a tornou tão especial, a ausência dessa tal intimidade, que por vezes complica a relação, mas ao mesmo tempo um enorme desejo de a ter. Nem sei dizer sequer se algum dia tivemos uma relação, penso que não posso chamar de relação um encantamento mútuo compilado em descobertas conjuntas e selado apenas com um beijo. Não, não foi uma relação, tenho a certeza que não o foi! Até porque existia, e existe, o Henrique.
O Henrique era o meu namorado na altura, meu actual noivo e julgava-me em Amesterdão inteiramente dedicada a arte, ao meu curso, estava longe de pensar na existência de outro Homem que provocasse em mim o que ele outrora provocou. Cada vez que estava com Eduard, cada dia que sentia aquele sentimento a crescer sentia-me extremamente culpada, dizia para mim própria que tudo não passava de uma paixoneta albergada por uma cidade liberal, dizia que iria passar e que daí a um tempo estaria bem. A verdade é que não passou, agora percebo que não passou. Não houve um dia durante estes 3 anos em que não pensasse nele, em que não me sentisse pela metade por não o ter a meu lado, faziam-me falta as sensações, as descobertas, fazia-me falta ele. Agora penso que o medo de me apaixonar de verdade que senti na altura só fez com que me apaixonasse, embora inocentemente, mais rápido.... "
(Continua....)
Excerto do texto produzido para o concurso Grande C, em conjunto com blog Das Letras :)
O Henrique era o meu namorado na altura, meu actual noivo e julgava-me em Amesterdão inteiramente dedicada a arte, ao meu curso, estava longe de pensar na existência de outro Homem que provocasse em mim o que ele outrora provocou. Cada vez que estava com Eduard, cada dia que sentia aquele sentimento a crescer sentia-me extremamente culpada, dizia para mim própria que tudo não passava de uma paixoneta albergada por uma cidade liberal, dizia que iria passar e que daí a um tempo estaria bem. A verdade é que não passou, agora percebo que não passou. Não houve um dia durante estes 3 anos em que não pensasse nele, em que não me sentisse pela metade por não o ter a meu lado, faziam-me falta as sensações, as descobertas, fazia-me falta ele. Agora penso que o medo de me apaixonar de verdade que senti na altura só fez com que me apaixonasse, embora inocentemente, mais rápido.... "
(Continua....)
Excerto do texto produzido para o concurso Grande C, em conjunto com blog Das Letras :)
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
PENSA,REPENSA, AJUDA!
Uma das minhas músicas e , acima de tudo, letras favoritas de sempre! Faz-nos realmente pensar e não tomar nada como garantido. Ouçam-na, vale a pena!
Dear Mr. President,
Come take a walk with me.
Let's pretend we're just two people and
You're not better than me.
I'd like to ask you some questions if we can speak honestly.
What do you feel when you see all the homeless on the street?
Who do you pray for at night before you go to sleep?
What do you feel when you look in the mirror?
Are you proud?
How do you sleep while the rest of us cry?
How do you dream when a mother has no chance to say goodbye?
How do you walk with your head held high?
Can you even look me in the eye
And tell me why?
Dear Mr. President,
Were you a lonely boy?
Are you a lonely boy?
Are you a lonely boy?
How can you say
No child is left behind?
We're not dumb and we're not blind.
They're all sitting in your cells
While you pave the road to hell.
What kind of father would take his own daughter's rights away?
And what kind of father might hate his own daughter if she were gay?
I can only imagine what the first lady has to say
You've come a long way from whiskey and cocaine.
How do you sleep while the rest of us cry?
How do you dream when a mother has no chance to say goodbye?
How do you walk with your head held high?
Can you even look me in the eye?
Let me tell you 'bout hard work
Minimum wage with a baby on the way
Let me tell you 'bout hard work
Rebuilding your house after the bombs took them away
Let me tell you 'bout hard work
Building a bed out of a cardboard box
Let me tell you 'bout hard work
Hard work
Hard work
You don't know nothing 'bout hard work
Hard work
Hard work
Oh
How do you sleep at night?
How do you walk with your head held high?
Dear Mr. President,
You'd never take a walk with me.
Would you?
Em Portugês:
Querido Sr. Presidente
Venha dar uma volta comigo
Vamos fingir que somos apenas duas pessoas e
Você não é melhor do que eu
Eu gostaria de fazer-lhe algumas perguntas se pudermos conversar honestamente
O que você sente quando vê tantos sem-tetos nas ruas?
Por quem você reza a noite antes de dormir?
O que você sente quando olha no espelho?
Você está orgulhoso?
Como você dorme enquanto o resto de nós chora?
Como você sonha quando uma mãe não tem a chance de dizer adeus?
Como você anda com a sua cabeça erguida?
Você pode pelo menos me olhar nos olhos
E me dizer como?
Querido Sr. Presidente
Você era um garoto sozinho?
Você é um garoto solitário?
Como você pode dizer
Nenhuma criança é deixada para trás?
Nós não somos bobos e não somos cegos.
Eles estão todos sentados em suas celas
Enquanto você abre o caminho para o inferno
Que tipo de pai tiraria os direitos da própria filha fora?
E que tipo de pai poderia odiar a própria filha se ela fosse gay?
Eu só posso imaginar que a primeira-dama tem a dizer
Você já percorreu um longo caminho de uísque e cocaína.
Como você dorme enquanto o resto de nós chora?
Como você sonha quando uma mãe não tem nenhuma chance de dizer adeus?
Como você anda com a cabeça erguida?
Você pode pelo menos me olhar nos olhos?
Deixe-me te dizer sobre trabalho duro:
Salário minimo com um bebê a caminho
Deixe-me te dizer sobre trabalho duro:
Reconstruir sua casa depois que as bombas a levaram embora
Deixe-me te dizer sobre trabalho duro:
Construir uma cama com caixas de papelão
Deixe-me te dizer sobre trabalho duro
Trabalho duro
Trabalho duro
Você não sabe nada sobre trabalho duro
Trabalho duro
Trabalho duro
Oh
Como você dorme a noite?
Como você anda com a cabeça erguida?
Querido Sr. Presidente
Você nunca daria uma volta comigo...
Daria?
Dear Mr. President,
Come take a walk with me.
Let's pretend we're just two people and
You're not better than me.
I'd like to ask you some questions if we can speak honestly.
What do you feel when you see all the homeless on the street?
Who do you pray for at night before you go to sleep?
What do you feel when you look in the mirror?
Are you proud?
How do you sleep while the rest of us cry?
How do you dream when a mother has no chance to say goodbye?
How do you walk with your head held high?
Can you even look me in the eye
And tell me why?
Dear Mr. President,
Were you a lonely boy?
Are you a lonely boy?
Are you a lonely boy?
How can you say
No child is left behind?
We're not dumb and we're not blind.
They're all sitting in your cells
While you pave the road to hell.
What kind of father would take his own daughter's rights away?
And what kind of father might hate his own daughter if she were gay?
I can only imagine what the first lady has to say
You've come a long way from whiskey and cocaine.
How do you sleep while the rest of us cry?
How do you dream when a mother has no chance to say goodbye?
How do you walk with your head held high?
Can you even look me in the eye?
Let me tell you 'bout hard work
Minimum wage with a baby on the way
Let me tell you 'bout hard work
Rebuilding your house after the bombs took them away
Let me tell you 'bout hard work
Building a bed out of a cardboard box
Let me tell you 'bout hard work
Hard work
Hard work
You don't know nothing 'bout hard work
Hard work
Hard work
Oh
How do you sleep at night?
How do you walk with your head held high?
Dear Mr. President,
You'd never take a walk with me.
Would you?
Em Portugês:
Querido Sr. Presidente
Venha dar uma volta comigo
Vamos fingir que somos apenas duas pessoas e
Você não é melhor do que eu
Eu gostaria de fazer-lhe algumas perguntas se pudermos conversar honestamente
O que você sente quando vê tantos sem-tetos nas ruas?
Por quem você reza a noite antes de dormir?
O que você sente quando olha no espelho?
Você está orgulhoso?
Como você dorme enquanto o resto de nós chora?
Como você sonha quando uma mãe não tem a chance de dizer adeus?
Como você anda com a sua cabeça erguida?
Você pode pelo menos me olhar nos olhos
E me dizer como?
Querido Sr. Presidente
Você era um garoto sozinho?
Você é um garoto solitário?
Como você pode dizer
Nenhuma criança é deixada para trás?
Nós não somos bobos e não somos cegos.
Eles estão todos sentados em suas celas
Enquanto você abre o caminho para o inferno
Que tipo de pai tiraria os direitos da própria filha fora?
E que tipo de pai poderia odiar a própria filha se ela fosse gay?
Eu só posso imaginar que a primeira-dama tem a dizer
Você já percorreu um longo caminho de uísque e cocaína.
Como você dorme enquanto o resto de nós chora?
Como você sonha quando uma mãe não tem nenhuma chance de dizer adeus?
Como você anda com a cabeça erguida?
Você pode pelo menos me olhar nos olhos?
Deixe-me te dizer sobre trabalho duro:
Salário minimo com um bebê a caminho
Deixe-me te dizer sobre trabalho duro:
Reconstruir sua casa depois que as bombas a levaram embora
Deixe-me te dizer sobre trabalho duro:
Construir uma cama com caixas de papelão
Deixe-me te dizer sobre trabalho duro
Trabalho duro
Trabalho duro
Você não sabe nada sobre trabalho duro
Trabalho duro
Trabalho duro
Oh
Como você dorme a noite?
Como você anda com a cabeça erguida?
Querido Sr. Presidente
Você nunca daria uma volta comigo...
Daria?
terça-feira, 10 de agosto de 2010
VOLTA!
volta meu amor, estou a morrer de saudade!
AMO-TE homem da minha vida
AMO-TE homem da minha vida
Ainda faltam 6dias :(
Um enorme beijinho lindas(os)*
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
os tão miticos PAIS
Pais, os nossos progenitores, aqueles que durante esta idade tendemos a ignorar mas que olham e cuidam de nós a cada segundo do nosso dia. Nesta tenra idade preferimos as saídas à noite com os amigos, os serões com os namorados(as), uma tarde de compras sozinhos, enfim, tudo em detrimento de um dia bem passado com os nossos PAIS. Somos parvos meus lindos e minhas lindas, uns autenticos parvos pois um dia o tempo passa mais depressa do que devia e damos por nós pensar como seria se esse dia passado com eles tivesse existido, todas as memorias que esse dia nos teria permitido ter, todos os sentimentos que poderiam ter ficado guardos para sempre daquelas 24horas apenas. Pensem, não há ninguem que nos dé mais que os nossos amores, os nossos queridos paizinho e maezinnha,
Eu AMO os meus, as minhas vidas! um enorme beijinho lindas(os) e pensem nisto! :)*
domingo, 8 de agosto de 2010
Hei lindas(os)
Todos os fins de semana vos deixarei aqui uma proposta de filme para verem com os vossos loves ou para se divertirem sozinhas(os) :)
O filme desta semana é :
O filme desta semana é :
"O Diário da Nossa Paixão", um clássico mas ainda assim um dos meus preferidos de todos os tempos. O livro é fantastico e sem dúvida o filme complementa-o. Adoro, vejam e digam-me o que acharam! Fico a espera Dolls * Um enorme beijinho
Dolls
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